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Volkswagen promete 20 novos veículos no Brasil até 2020, sendo 13 feitos no país

Derivado da mesma plataforma do Polo, sedã Virtus será apresentado nesta quinta, 16. Depois virão SUV e picape, todos produzidos sob a mesma plataforma.

presidente-executivo da Volkswagen, Herbert Diess, afirmou em visita ao Brasil na última terça-feira (14) que a montadora lançará 20 novos produtos até 2020, dos quais 13 serão fabricados no país. Eles serão bancados pelo investimento de R$ 7 bilhões anunciados no último Salão de São Paulo, em 2016.

A produção do novo Polo, em São Bernardo do Campo (SP), já faz parte desse plano. Para recebê-lo, a montadora aplicou R$ 2,6 bilhões para a modernização dessa fábrica, na Anchieta. E o próximo lançamento a sair dela será o sedã Virtus, que é fruto da mesma plataforma do Polo, a MQB A0, versão simplificada da plataforma do Golf.

Sedã, SUV e picape

Diferente do Polo, que é um produto global, o Virtus será voltado principalmente ao mercado brasileiro. Ele foi anunciado pela próprio Diess, durante o Salão de Genebra, em março último.

Ele será apresentado nesta quinta-feira (16), em São Paulo, mas só chega às lojas em janeiro.

E a Volkswagen também anunciou investimento na Argentina, onde deverá produzir um SUV a partir dessa mesma arquitetura, que será exportado para toda a América do Sul.

Além dele, a marca terá também uma nova picape.

Herbert Diess diz que Volkswagen quer reduzir idade média dos carros no Brasil (Foto: Divulgação)

Herbert Diess diz que Volkswagen quer reduzir idade média dos carros no Brasil (Foto: Divulgação)

Quer voltar ao topo

A Volkswagen afirmou, em comunicado na última terça, que visa retomar a posição de liderança no mercado brasileiro.

Com os novos produtos, a montadora pretende reduzir a idade média dos carros no Brasil para menos de 5 anos até 2020. Segundo a empresa, em 2015, essa idade era de 8 anos.

Diess afirmou que a confiança da Volkswagen na Região América do Sul se deve à perspectiva de recuperação do mercado brasileiro, combinada com o crescimento contínuo na Argentina e em outros mercados da América Latina.

Para isso, apostou na regionalização. A Volkswagen está transferindo às regiões as responsabilidades que anteriormente eram centralizadas na sede, em Wolfsburg, na Alemanha, incluindo as decisões sobre a linha de produtos.

Segundo a fabricante, devido a essa estratégia, as vendas da Volkswagen na América do Sul cresceram 27% no acumulado de janeiro a outubro deste ano, em relação ao mesmo período de 2016. E as exportações a partir do Brasil aumentaram 69%, na mesma base de comparação.

Via AUTO ESPORTE

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