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Presidente do Boca diz que não aceita jogar até que Tribunal da Conmebol se manifeste sobre recurso do clube

Por Martín Fernandez — Assunção

Logo após o anúncio de que a final da Libertadores será disputada entre os dias 8 e 9 de dezembro, fora da Argentina, o presidente do Boca Juniors, Daniel Angelici, deixou claro que os xeneizes não concordam com a realização da partida. Em entrevista a jornalistas, o dirigente falou sobre o recurso que o clube enviou ao Tribunal de Discilplina da Conmebol, pedindo para ganhar os pontos do jogo e, consequentemente, ser declarado campeão.

– Não estou de acordo com que haja uma nova data para jogar. Nós não aceitamos jogar nenhuma partida até que o Tribunal se manifeste. Cremos que temos fundamentos suficientes para dar razão ao pedido do Boca. Esgotaremos todas as instâncias administrativas e, se tivermos que ir ao TAS, iremos – disse Angelici, em referência ao Tribunal Arbitral do Esporte, entidade máxima que atua na resolução de conflitos esportivos.

O mandatário ainda ressaltou o desejo de que o recurso do Boca seja analisado com “independência” pelo Tribunal de Disciplina da Conmebol, sem que haja interferências externas.

– Vamos esperar a resolução do Tribunal. Esperamos que não sofram nenhuma pressão, são um órgão independente. Tenho a obrigação legal de fazer as petições que o clube deve fazer após os incidentes que sofremos. Não tenho motivos para não confiar no Tribunal da Conmebol.

Caso o recurso do Boca não seja atendido e haja a confirmação da final para o dia 8 ou 9 de dezembro, três locais aparecem como favoritos para sediar a partida: Miami, nos Estados Unidos, Doha, no Catar, e Assunção, no Paraguai.

A cidade americana se ofereceu nesta semana. As autoridades do Catar têm um ótimo relacionamento com a Conmebol – patrocinam a entidade e também a Libertadores. A capital paraguaia seria uma opção por proximidade.

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